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segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

VideoArt


História

Como meio de forte comunicabilidade crítica, a videoarte se torna uma via fecunda para a discussão de aspectos comunicativos urbanos, possibilitando uma reflexão dialética entre as várias formas de mídias, no sentindo de seu bom e mal uso, e de suas intenções serem informativas ou capciosas, sejam elas publicitárias, jornalísticas ou artístico-culturais. Alguns dos primeiros videoartistas trouxeram a proposta de se utilizar o experimentalismo da videoarte na televisão, o que propiciaria uma maior identidade visual para a informação a ser transmitida além de passagens menos mecânicas e cansativas. O vídeo, em seus primeiros anos (quando se tornou acessível ao público em geral), tem um caráter de contestação até de suas próprias ferramentas de suporte: ele se auto-critica para se auto-fomentar. A idéia de não necessitar de um museu para se apresentar uma obra foi algo que a videoarte ajudou a construir junto com as outras artes que compartilhavam da idéia conceitualista de Arte-vida, a arte ocorre no dia-a-dia nas ruas, em volta de todos nós, aqui confirmado por Cristina Freire: “A preponderância da idéia, a transitoriedade dos meios e a precariedade dos materiais utilizados, a atitude crítica frente às instituições, notadamente o museu, assim como formas alternativas de circulação das propostas artísticas, em especial durante a década de 1970, são algumas de suas estratégias [da arte conceitual]” [1]

Intervenções Artísticas


Intervenções Artísticas

Chamamos de intervenções artísticas as breves inserções/apresentações dos agentes culturais ou convidados do NAC realizadas em eventos organizados por outras áreas da Metodista. Os objetivos desta ação são: dinamizar e humanizar os espaços internos, divulgar as ações do NAC; fomentar espaços para a manifestação de talentos da comunidade interna e fortalecer a importância da arte como parceira no processo educacional.

"Espectador" ou "Expectador"?

"Espectador" ou "Expectador"?
Espectador com "s" é aquele que assiste a um espetáculo. Por exemplo:
Os espectadores da peça de teatro ficaram sentados o tempo todo a pedido dos atores.

Expectador com "x" é aquele que está na expectativa de alguma coisa; é aquele que alimenta a esperança ou a probabilidade de conseguir algo. Por exemplo:
Os expectadores estavam ansiosos para o início do sorteio dos carros.

Qual a diferença entre linguagem culta e coloquial?

linguagem culta, e aquela que aprendemos na escola, e a coloquial, e aquela que o povo fala...

Linguagem culta ou formal -> caracterizada pela correção gramatical, ausência de termos regionais ou gírias, bem como pela riqueza de vocabulário e frases bem elaboradas. Salvo raras exceções, é a linguagem dos livros, jornais, revistas e, é claro, a linguagem que você deverá empregar em sua prova.

Linguagem coloquial -> é aquela que usamos no dia-a-dia, nas conversas informais com amigos, no bate-papo e no bilhete para a empregada ou para o filho que irá chegar, com as instruções para o jantar. Descontraída, dispensa formalidades e aceita gírias, diminutivos afetivos e termos regionais.

u seja, o alfabeto: que tinha 23 letras (A B C D E F G H I J L M N O P Q R S T U V X Z),  passou a ter 26 letras (A B C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V W X Y Z).
As novas letras K,W e Y podem ser usadas em nomes próprios de pessoas e seus derivados: Darwin, darwinismo; Kant, kantismo; Taylor, taylorista. E também em nomes relativos a lugares de outras línguas e seus derivados: Malawi, malawiano.

Hifen

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